Vida - Cap 084

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  Logotipo da web novela (Foto: Divulgação) Produção Original MF Criada e escrita por Patrícia Santos Capítulo 084 Luís aceita o dinheiro de Hugo e manda Salgueiro descobrir onde Olavo está escondido. Marcos desabafa com Monalisa. Vanessa sofre pelo fim de seu namoro com Jeremias. Suzana e Max passeiam juntos e vão para a ONG. Salgueiro descobre onde Olavo está escondido e conta para Luís. Tatiane brinca com Ramon e promete para o filho que eles vão conseguir sair da casa de Luís. Diogo questiona Dayse pela raiva que ela sente de Eduarda. Sandro transa com algumas prostitutas. Maria discute com Antônio por ele ter chamado apenas Daniel para trabalhar na empresa. Daniel conversa com Joana sobre a proposta que recebeu de Antônio. Luís avisa Hugo sobre o esconderijo de Olavo. Marcos convida Monalisa ir até a casa dele e ela aceita. Terezinha deixa um celular para Olavo ligar para ela quando precisar. Lázaro aconselha Jeremias a voltar com Vanessa. Mônica tenta convencer Nayara a denun...

Biografia de Raul Pompéia


Raul Pompéia (Foto: Reprodução)

Coluna desenvolvida por Daniel Augusto.

Biografia de Raul Pompéia

Raul Pompéia (1863-1895) foi escritor brasileiro. "O Ateneu" foi o romance que marcou seu nome entre os maiores romancistas brasileiros. É a obra mais importante do Realismo no Brasil.

Raul d'Ávila Pompéia (1863-1895) nasceu em Jacuacanga, Angra dos Reis, Estado do Rio de Janeiro, no dia 12 de abril de 1863. Em 1873, mudou-se com a família para a cidade do Rio de Janeiro, onde foi matriculado como interno no Colégio Abílio, dirigido por Dr. Abílio César Borges, Barão de Macaúbas. Nessa escola, redige e ilustra o jornal "O Archote". Os anos de internato lhe inspiraram, mais tarde, para escrever "O Ateneu". Em 1879 ingressou no Colégio Pedro II onde concluiu os estudos secundários.

Em 1880 publicou seu primeiro romance "Uma Tragédia no Amazonas". Em 1881, matriculou-se na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco em São Paulo. Participou dos movimentos abolicionistas e republicanos. Em 1883 publicou "As Joias da Coroa", de nítida conotação antimonarquista. Em 1885, junto com outros colegas, transfere-se para a Faculdade de Direito do Recife, onde fervia os ideais abolicionistas e republicanos e lá termina o curso.

Raul Pompéia publicou, em 1888, em folhetins da Gazeta de Notícias, o romance "O Ateneu", que traz como subtítulo, "Crônica de Saudade". O texto autobiográfico faz parte de sua experiência no internato do colégio Abílio. Nesse mesmo ano, começa a escrever na Gazeta de Notícias uma seção de crítica de arte. Em 1890 participou ativamente dos debates políticos dos anos iniciais da República.

Em 1892 envolveu-se em acirradas polêmicas. Levava uma vida agitada, com inimizades e crises depressivas. Ofendido por Olavo Bilac desafia-o para um duelo, que não chegou a ocorrer por interferência dos padrinhos. Em 1894 foi nomeado diretor da Biblioteca Nacional. Em 1895, discursa no funeral de Floriano Peixoto, onde suas palavras são vistas como desacato ao Presidente Prudente de Morais, provocando sua demissão da Biblioteca Nacional.

Raul Pompéia, abandonado pelos amigos, vê publicado num jornal um artigo "Um louco no cemitério". Sem encontrar um jornal que publicasse sua resposta, profundamente deprimido, suicida-se no dia 25 de dezembro de 1895, em plena noite de Natal.

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