Vida - Cap 084

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  Logotipo da web novela (Foto: Divulgação) Produção Original MF Criada e escrita por Patrícia Santos Capítulo 084 Luís aceita o dinheiro de Hugo e manda Salgueiro descobrir onde Olavo está escondido. Marcos desabafa com Monalisa. Vanessa sofre pelo fim de seu namoro com Jeremias. Suzana e Max passeiam juntos e vão para a ONG. Salgueiro descobre onde Olavo está escondido e conta para Luís. Tatiane brinca com Ramon e promete para o filho que eles vão conseguir sair da casa de Luís. Diogo questiona Dayse pela raiva que ela sente de Eduarda. Sandro transa com algumas prostitutas. Maria discute com Antônio por ele ter chamado apenas Daniel para trabalhar na empresa. Daniel conversa com Joana sobre a proposta que recebeu de Antônio. Luís avisa Hugo sobre o esconderijo de Olavo. Marcos convida Monalisa ir até a casa dele e ela aceita. Terezinha deixa um celular para Olavo ligar para ela quando precisar. Lázaro aconselha Jeremias a voltar com Vanessa. Mônica tenta convencer Nayara a denun...

Eterno Verão - Cap 021

 

Logotipo da web novela (Foto: Divulgação)

Produção Original "Drama & Ação"

Eterno Verão

Autor - Lucas Bonifácio.

Capítulo 21.

SALVADOR - NA CASA DE HEITOR - NA SALA.

Heitor está sentado no sofá segurando um porta retrato onde tem a foto dele e de Neuza, ele olha a imagem e se lembra dos bons momentos que teve com sua esposa, mas também se lembra quando a flagou com o amante. Ele começa a chorar, e joga o porta retrato na parede.

Passam - se alguns minutos.

RJ - NO BAIRRO DE JESUS AMADO - NA CASA DE ANTÔNIO.

Almir e Vera já chegaram, Antônio e Marcelo estão abraçados com a avó.

Antônio: A senhora está mesmo bem vó?

Vera: Não se preocupe meu filho, agora eu estou melhor.

Ela beija o rosto de Antônio.

Olívia: Nossa dona Vera, eu sinto muito por esse acontecido. Posso imaginar o quanto a senhora está transtornada com tudo isso.

Vera: Não minha nora, é como disse pro meu filho, eu sofrir muito na hora em que recebi a notícia, mas agora vou pegar firme na fisóterapia e vou com tudo pra cima desse obstáculo. Se Deus quiser, logo, logo vou voltar a andar! Tenho esperança!

Olívia: É isso mesmo. A senhora tem que ser forte, guerreira!

Olívia pega na mão de sua sogra.

Almir: Mamãe sempre foi assim, otimista!

Vera: Bom, eu só espero não dá muito trabalho pra vocês, porque vou depender de vocês pra quase tudo.

Olívia: Imagina dona Vera, a senhora é minha sogra, e pode contar com a gente pra oque precisar. E também vai ser ótimo te ter morando com a gente! As vezes é chato ser a única mulher da casa no meio de tantos homens.

Olha para os filhos e o marido.

Almir: Nossa meu amor, do jeito que você falou parece até que você não gosta da gente.

Marcelo: É mesmo mãe! Desfazendo de nós.

Vera: Ai, homens, não entendem mesmo as mulheres. Oque a minha nora quis dizer é que é bom ter mais uma mulher dentro de casa, pra conversar.

Almir: Mas a gente também sabe conversar.

Olívia pega no queixo de Almir.

Olívia: Mas é conversas intimas meu amor, coisas de mulher!

Ela dá um selinho em seu marido. Antônio e Marcelo se olham.

Vera: É isso mesmo meu filho, conversas que homens não tem que ficar metendo o pedelho, e que não são inteligentes o suficiente pra entender.

Olívia: Exatamente! Vem dona Vera, vou te apresentar seu quarto.

Ela sai empurrando Vera na cadeira de rodas, e as duas se encaminham para o quarto sorridentes. Antônio, Marcelo e Almir as observa.

Almir: É meus filhos, agora estamos no meio de duas cúmplices.

SALVADOR - NO HOSPITAL - NA RECEPÇÃO.

Luíza está chorando escorada na parede, Geovanna se aproxima dela com um copo com agúa.

Geovanna: Toma amiga, bebe um pouco de agúa, você precisa se acalmar!

Entrega a bebida.

Luiza: Eu tô com medo Geovanna.

Diz em lágrimas.

Geovanna: Calma amiga, vamos mandar energias positivas a ela. Vai ficar tudo bem, calma!

Geovanna abraça Luíza que toma a agúa trêmula. O médico se encaminha em direção a elas, Geovanna o ver.

Geovanna: O médico vem vindo amiga!

Ele se aproxima delas tenso.

Doutor: Qual de vocês duas é a filha da mãe Nira?

Luíza: Sou eu mesma doutor! Me diga, como está mainha?

O médico abaixa a cabeça buscando palavras para se expressar.

Luíza: Ora essa "sinhô" doutor, fale, como está mainha?

Pergunta ansiosa.

Doutor: O caso da mãe Nira foi de parada cardiaca, ela chegou no hospital com os batimentos muito fracos. Tentamos anima - la com aparelho, mais ela acabou não resistindo, e chegou a óbito.

Luíza: Oque? Não, não, é mentira do "sinhô"! Mãe Nira não pode ter morrido...O "sinhô" está mentindo!

Luíza entra em desespero, não acreditando.

Doutor: Eu sinto muito.

Luiza: Para! (Grita) - Ele está mentindo não está Geovanna? (Se vira para a amiga que está chorando e em seguida para o doutor) - Isso não é verdade, o "sinhô" está mentindo pra mim, mainha não morreu!

Começa a chorar.

Doutor: Calma Luíza, eu entendo a sua dor, é muito doloroso receber uma notícia dessa mais...

Luíza: Para com isso! (Grita em lágrimas) - Eu sei que ela está viva! "Mainhaaaa", eu quero ver mainha!

Luíza sai correndo desesperada.

Geovanna: Luíza espera!

O doutor e Geovanna vão atrás da jovem.

Luíza: Mainha está viva! Eu sei que ela está viva!

Corre entrando na sala de emergência, Luíza ver mãe Nira morta em cima da maca.

Luíza: Mainha! (Toca a falecida) - Mainha acorda! Sou eu, Luíza, tua filha! Mainha fala comigo! Mainha?

A balança desesperada, a mãe de santo não dá nenhum sinal.

Luíza: Mainha? Mainha pelo amor de Deus acorda! Mainha fala comigo, por favor! Mainha? 

Insisti em acorda - la, Geovanna e o médico adentra na sala, e a amiga de Luíza fica em choque ao ver a cena.

Luíza: Mainha fala comigo! Mainha? Mainha? "Mainhaaaaaaaa"!

Luíza dá um grito de dor, e chora incontrolavelmente abraçada ao corpo de mãe Nira.

Geovanna: Amiga pelo amor de Deus, tenta se acalmar.

Geovanna segura Luíza.

Luíza: Eu quero a mãe Nira de volta Geovanna, eu quero ela de volta!

Geovanna: Eu estou com você amiga, calma!

Diz em lágrimas, abraçando Luíza que chora nos braços de Geovanna desesperada.

NO RIO DE JANEIRO - EM UMA SORVETERIA.

Antônio, Marcelo, Olívia, Almir e Vera estão tomando sorvete.

Olívia: Fazia tempo que não saiamos assim, em familia.

Almir: Vamos repetir isso mais vezes meu amor.

Vera: Filho, eu não quero me aproveitar da sua bondade, mas já que estamos aqui eu quero te fazer um pedido.

Almir: Sim mamãe?

Vera: Depois que terminamos o sorvete, vamos a praia?

Almir: Ai mamãe, uma hora dessa? A praia fica a 3 km daqui.

Olívia: Deixa de preguiça meu amor, vamos! É bom que a gente passeia mais um pouco.

Marcelo: É mesmo pai, e a vóvó tem que conhecer o lugar onde ela vai morar.

Almir: Tá bom, então a gente vai a praia!

Vera: Ai, obrigado filho.

Agradece Vera feliz.

EM SALVADOR - EM UMA RUA.

Luíza e Geovanna estão indo embora, Luíza está abalada.

Geovanna: Meu Deus, não dá nem pra acreditar que a mãe Nira morreu. Que pesadelo!

Luíza: Mainha morreu por minha causa!

Diz Luíza abalada com os olhos caindo lágrimas.

Geovanna: Não foi culpa sua amiga, porque você está falando desse jeito?

Luíza começa a chorar e sai correndo.

Geovanna: Luíza a onde você vai? "Luizaaaa"!

Ela corre atrás de sua amiga.

RJ - NA PRAIA DE IPANEMA.

Antônio e sua família chegam e observam o mar.

Vera: Que vista meu Deus! Aqui é lindo!

Diz a senhora com um sorriso.

Olívia: Realmente a praia de Ipanema é magnifica!

Vera: Pena que não posso entrar nesse mar maravilhoso. Mas estou muito feliz em ver essa paisagem que tanto gosto.

Almir abraça e beija o rosto de sua mãe, a família continuam a olhar o mar.

EM SALVADOR - NA MESMA FLORESTA EM QUE LUÍZA LEVOU ANTÔNIO.

Luíza está de frente com um lago, Geovanna chega.

Geovanna: Ai meu Deus, onde a Luíza está?! Ela veio por aqui.

Geovanna ver Luíza de longe.

Geovanna: Luíza!

Luíza pula dentro do lago na tentativa de se suicidar.

Geovanna: Ai meu Deus! "Luizaaaaaaaa".

Geovanna sai correndo e pula dentro do lago. Com muito custo Geovanna consegue tirar a amiga do lago a levando para a superfície.

Geovanna: Meu Deus, oque é isso Luíza?! Você tá ficando doida? Quer me matar do coração?

Fala nervosa e preocupada. Luíza chora em voz alta.

Luíza: A mãe Nira morreu por minha causa, "Geovannaaaaaaa". Eu sou um castigo! Eu mereço morrer!

Geovanna: Para com isso Luíza, você não tem culpa de nada. Meu Deus, para com isso!

Luíza desaba em lágrimas de dor e Geovanna abraça a amiga.

Eterno Verão.

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