Começa de onde parou...
Marian se retira junto com os capangas e do lado de fora diz: Pode levá-la de
volta, mas cuidado para ninguém ver vocês.
João: Sim, senhora.
Marian abre a porta do carro e vira-se pra eles e diz: O dinheiro de vocês já
se encontra na conta de cada um. E já sabem, bico calado ou vocês saberão do
que sou capaz.
João e o Bandido 1 diz em uníssono: Sim, senhora.
Marian entra no carro, da a partida e vai embora em alta velocidade.
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Continuando...
Detetive Jorge chega no seu apartamento e liga para Ana.
Ana ainda com um aperto no peito: Você conseguiu alguma coisa, com a madre?
Detetive Jorge: Sim, já estou com os documentos que contém os nomes das
crianças que deram entrada no orfanato. E apenas três crianças, meninas, foram
abandonadas no orfanato neste ano e dia em questão .
Ana sente a esperança crescer dentro de si: Graças a Deus! Apenas três crianças
para descobrir qual delas é minha filha.
Ana se emociona.
Detetive Jorge: E a madre ainda disse que essas três crianças, que agora são
mulheres, já foram no orfanato em busca da identidade de seus verdadeiros pais.
Ana chora: Ela também está me procurando...
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Marian no seu carro voltando para casa está muito eufórica de felicidade e diz:
Nunca mais aquela noviça irá cruzar meu caminho.
Marian ri diabolicamente e coloca uma música em inglês para tocar.
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Flor está chorando e com muito ódio tenta se soltar, mas acaba caindo no chão,
ainda amarrada na cadeira.
Flor no chão aos prantos lembra-se das juras de amor trocadas com Gustavo. Em
seguida lembra-se do que a recepcionista lhe disse. Flor pensa nas palavras da
mulher misteriosa e diz pra si ( as
palavras são ditas transbordamento sentimentos de dor e ódio): Porque Deus, porque
me apaixonei por um bandido descarado? O que mais me dói é que ele me iludiu, o
amava tanto. Me mandou sequestrar-me? Ele é um monstro! Eu o odeio!
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Constância volta da cozinha com xícaras de café e entrega uma à Bárbara e outra
à Pedro.
Bárbara: Obrigada.
Pedro: Você tem que confiar em nós, apenas queremos justiça por seu filho ter
sido tão honrado com nossa empresa.
Constância sente confiança e diz: Espere um minuto, vou no quarto pegar uma
coisa.
Constância se retira.
Bárbara: O que será que ela descobriu?
Pedro: Não sei, mas temos que fazer-lá contar para nós.
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Bandido 1: Enfim a megera se foi.
João: Vamos nos livrar da noviça.
Bandido 1: Tem razão.
João: Temos que nos livrar dela antes que deem por falta e chamem a polícia.
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José fica incrédulo com tudo que Gabriela lhe diz: não acredito! Coitada da
Flor!
Gabriela triste: Foi uma tragédia!
José: Como não fiquei sabendo?
Gabriela: Sua mãe achou melhor não colar-te a par desse assunto. E você sabe
muito bem o porque.
José: Você é minha amiga, deveria ter me informado. Eu amo muito a Flor, e
depois que perdi ela é que soube da valor. Eu poderia tê-la ajudado!
Gabriela: Se você realmente a ama respeite a decisão dela, pois ela já está
muito triste e sua persistência em fazer-lá deixar o convento pode agravar a
tristeza dela. Se é o que quer, é um direito dela seguir seu destino.
José: O único destino dela é ao meu lado.
Gabriela fica sem palavras.
José: Irei viajar para a Áustria à negócios, mas quando voltar irei diretamente
à Rio Grande. Sinto que a Flor precisa de mim e é o momento certo para tê-la
pra mim novamente.
José se despede de Gabriela, entra no seu carro e decide ver sua família antes
de viajar novamente.
Gabriela fica no portão a fitar o carro de José sumir e diz: Essa história
ainda irá trazer muitas dores para todos.
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Marian chega em casa e Maria ver como sua patroa está estonteante de alegria,
porém ela fica pensativa ao ver as vestes da mesma. Pois Marian, esquecida,
acabou voltando com as roupas que foi ao cativeiro de Flor.
Marian sobe a escada apressada e Maria volta para cozinha e diz pra si: O que
essa megera fez, meu Deus? Com essa roupa preta...
Maria não termina a fala, pois sente um arrepio e acaba batendo em um prato de
vidro, que cai no chão e se despedaça em vários cacos.
Marian está no seu quarto e se olhando no espelho tem um surto e diz para seu
reflexo: Você acabou para sempre com amor dessa Flor pelo seu homem, parabéns!
Você é poderosa!
Marian se lembra do sofrimento de Flor e sente um prazer insaciável correr pelo
sangue levando seu corpo pulsar de felicidade.
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No convento Maria das Flores
Maura vai até a paróquia, onde se encontra o Padre Guilhermino e diz: Padre,
acho melhor chamarmos a polícia! Faz muito tempo que a Flor saiu e não voltou!
Padre Guilhermino: Você tem razão, filha!
Maura: Irei agora mesmo procurar a madre para abrir a sala da diretoria para
poder usar o telefone.
Padre Guilhermino: Faça isso minha filha.
Maura sai aflita deixando o Padre Guilhermino fica pensativo.
Maura não encontra a madre em lugar algum do convento, porém falta o jardim a
ser averiguado. Chegando no jardim, Maura avista um corpo jogado no chão
próximo ao portão do convento e fica apavorada: Nossa senhora, quem será!?
Maura corre apressadamente para saber de quem se trata e se aproximando dá um
grito de desespero ao ver o corpo de Flor desfalecido no chão.
***********Continua***********
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