Vida - Cap 084
Julia empurrou Afonso e falou.
- Você tá louco?
- Eu sou apaixonado por você, nunca superei a maneira que nós
terminamos, foi doloroso para mim. - Falou ele.
- Sai daqui agora, fica feliz por não te dar voz de prisão. - Falou ela.
- sai daqui!
Afonso olhou para ela triste e saiu da sala, Julia sentou-se na sua
cadeira e colocou as mãos em sua cabeça, aquele beijo havia mexido com ela.
Enquanto isso, Agatha parou o seu carro em uma casa abandonada em um
lugar um pouco estranho.
- Que lugar é esse? - Perguntou Davi.
- Vem comigo. - Falou ela.
Eles saíram do carro, ela pegou no porta mala do carro uma mochila e
foram em direção a casa, eles entraram e então ela jogou a mochila no
chão.
- Que merda é essa? - Perguntou Davi. - por que me trouxe aqui?
- Faça tudo o que eu pedir para você. - Falou Agatha. - me bata bastante
agora.
- Te bater por que?
- Faz o que estou te pedindo, me bata!
Davi serrou o punho e falou.
- Sou obediente.
Então ele deu um forte soco nela.
Na construtora, Brenda chegou lá ao lado de Pedro, logo Danilo a viu e
falou.
- Estava querendo te ver.
- Nossa quem é você?
- Alguém que quer acabar com o Marcelo como você. - Falou ele.
- O que você quer comigo?
- As gravações de que o Marcelo matou Samir aqui dentro da construtora.
- Ele falou mostrando o pen drive.
Brenda olhou para Pedro surpresa.
- Vai querer minha ajuda? - Indagou Danilo.
- Vamos agora na delegacia, mostrar essas gravações na polícia e
coloca-lo atrás das grades. - Falou Pedro.
Marcelo estava andando pelo jardim da mansão pensativo, então seu
celular tocou.
- Alô. - Falou ele atendendo. - como assim? A noite estou ai, liberdade,
liberdade.
Ele desligou o celular.
Na delegacia, Julia saiu da sua sala e falou para dois policiais.
- Preciso que vocês vão nesse endereço, é o que encontramos na placa do
carro do assassino. - Falou ela.
- Iremos sim, de preferência agora.
- Não, alguma coisa me diz que vamos precisar de vocês hoje aqui. -
Falou ela.
- mas deixem isso como prioridade amanhã.
Enquanto isso, no hospital, Lucas estava no seu quarto, Fabrício entrou
no quarto com uma cadeira de rodas.
- Olá maninho.
- Fabrício, o que foi? Essa é minha cadeira do X-man? - Perguntou Lucas.
- Como você ta?
- Estou indo não é, só tenho que aceitar, mas nada de tristeza não é
isso?
- Isso mesmo Pedro. - Falou Fabrício. - estamos todos ansiosos pela sua
alta e pelo que falei com o doutor, não falta muito pra você receber a alta.
- Hum, voltar a comer comida de casa, não vejo a hora. - Falou
Lucas.
- Eu sempre vou estar com você Lucas, não esquece disso jamais. - Falou
Fabrício.
Anoiteceu...
Brenda, Pedro e Danilo chegaram na Delegacia, um policial recebeu eles.
- Posso ajudar?
- Pode sim, queremos denunciar um assassinato e temos provas de quem fez
isso. - Falou Danilo.
- Quem foi?
- Marcelo. - Falou Brenda.
- Onde esta a delegada? - Perguntou Pedro.
- Estão libertando uma pessoa de um cativeiro. - Falou o policial.
Marcelo parou seu carro na frente de uma casa, ele saiu de seu carro,
colocou uma arma em sua cintura e foi para a casa.
A porta estava aberta e as luzes apagadas, ele ascendeu a luz e ao
chegar na sala ele tomou um susto.
- Não pode ser. - Falou ele sem acreditar, ele viu Agatha acorrentada e
bastante machucada.
Ela olhou para ele e falou.
- Oi filhinho, sentiu saudades?
- Não posso acreditar que você está viva. - Falou ele. - Quem fez isso
com você?
- Você mesmo. - Falou ela sorrindo.
Sirenes da polícia, Marcelo olhou desesperado, Agatha sorriu e falou.
- Fim de jogo, filhinho.
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