Vida - Cap 084

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  Logotipo da web novela (Foto: Divulgação) Produção Original MF Criada e escrita por Patrícia Santos Capítulo 084 Luís aceita o dinheiro de Hugo e manda Salgueiro descobrir onde Olavo está escondido. Marcos desabafa com Monalisa. Vanessa sofre pelo fim de seu namoro com Jeremias. Suzana e Max passeiam juntos e vão para a ONG. Salgueiro descobre onde Olavo está escondido e conta para Luís. Tatiane brinca com Ramon e promete para o filho que eles vão conseguir sair da casa de Luís. Diogo questiona Dayse pela raiva que ela sente de Eduarda. Sandro transa com algumas prostitutas. Maria discute com Antônio por ele ter chamado apenas Daniel para trabalhar na empresa. Daniel conversa com Joana sobre a proposta que recebeu de Antônio. Luís avisa Hugo sobre o esconderijo de Olavo. Marcos convida Monalisa ir até a casa dele e ela aceita. Terezinha deixa um celular para Olavo ligar para ela quando precisar. Lázaro aconselha Jeremias a voltar com Vanessa. Mônica tenta convencer Nayara a denun...

Cristal de Sangue #QuartoCapítulo #PenúltimoCapítulo


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Escrita por Douglas Oliveira.

Capítulo 04

Cristal Partido 

(Penúltimo capítulo)

Cena 01/Entrada da empresa, todos descem dos carro…

Delegado- Realmente é difícil de continuar uma interrogação depois de um dia como esse! Bom, não podemos fazer mais nada, a única coisa a fazer agora é encontrar o culpado e punir de acordo com a lei.

Victor- Espero que essa lei puna realmente, não prender e soltar no mesmo dia.

Delegado- Vamos entrar, só tem quatro pessoas pra eu interrogar e tentar ver se chego a uma conclusão. Seu Gustavo peço ao senhor que me espere na sala onde estou interrogando.

Gustavo-Ai, ai, lá vou eu passar por seu questionário. Só não venha com pressão, OK?

Delegado- Não se preocupe eu sei bem o que vou perguntar.

Cena 02/Corta pra Luna e Victor dentro da empresa…

Luna- Será Victor, que o assassino do nosso pai está aqui entre nós? Será que ele não está lá fora e a polícia perdendo tempo aqui com a gente enquanto esse culpado pode estar fazendo mais famílias sofrerem.

Victor- Não sei! Possa ser que esteja aqui entre nós ou até mesmo possa ser alguém de fora.

Cena 03/ sala onde acontece o interrogatório…

Delegado- Seu Gustavo, fiquei sabendo que existe uma certa rivalidade entre o senhor e seu Rafael. Isso confirma?

Gustavo- Bom seu delegado, confirma e não confirma! Eu e ele somos quase irmãos, somos como unha e cutícula.

Delegado- Quero uma resposta com clareza.

Gustavo- Na verdade houve um caso mal resolvido entre a gente, tudo começou quando começamos a trabalhar juntos ele sempre teve as melhores idéias, já as minhas ele preferia fingir q não tinha ouvido.

Delegado- E por que vocês pararam de trabalhar juntos?

Gustavo- Onde a gente trabalhávamos o dinheiro que entrava era por causa dele e como cada vez mais a empresa ia crescendo ele resolveu passar a perna em mim, ele comprou meu cargo na empresa se tornando ele um dos sócios. Depois disso eu fui em bora.

Delegado- Ele passou a perna em você ai tudo bem, matando ele não seria um acerto de conta?

Gustavo- Eu nunca mataria alguém!

Delegado- Pelo que fiquei sabendo sua empresa é concorrente da dele, e o que sai em jornais é que sua empresa cada dia que passa vai ficando na falência, matando ele será que empresa não se ergueria? E a sua secretária, não seria ela uma cúmplice?

Gustavo- Seu delegado eu não mataria e nem matei ninguém!

Delegado- Tá certo, pode sair e faz um favor manda o seu Afonso vim, obrigado.

Cena 04/Gustavo sai da sala e vai para o salão da festa

Gisela- Como foi seu Gustavo?

Gustavo- Bem que não foi né criatura! Você também foi interrogada sabe muito bem como foi.

Gisela- Eita seu Gus, ta com a macaca!

Gustavo-É mesmo? Não diga!

(Olha para Afonso e manda ir prar sala)

Gustavo- Afonso querido, o delegado mandou você ir, chegou sua vez e pelo que percebo os filhos do falecido vai ser os últimos.

Afonso- Obrigado pelo recado.

Cena 05/ corta pra Afonso entrando na sala do interrogatório…

Afonso- Oi doutor, mandou me chamar?

Delegado-Mandei sim, pode se sentar.

Afonso- Obrigado doutor!

(O delegado toma um louco de água e começa a fazer as perguntas…)

Delegado- O senhor e seu Rafael eram bem amigos, e quando aconteceu o tiroteio um dos policiais me disse que senhor estava saindo do elevador. Isso confirma

Afonso- Confirma, a gente era como se fosse dois irmãos, eu estava saindo do elevador por que estava vindo do escritório tinham ido guardar uma carta que estava comigo.

Delegado- O que tinha essa escrito nessa carta?

Afonso- Eu não sei, foi o seu Rafael que me deu.

Delegado- Hum, posso ver esta carta?

Afonso- Ele pediu que eu só abrisse na frente dos filhos.

Delegado- E se você não alterou essa carta? Já que você que está com ela poderia muito bem alterar o que está escrito, ter mandado alguém matar ele pra poder ficar com a empresa.

Afonso- Eu não sou nenhum assassino, quando eu ouvir os tiros sair rápido do escritório pra ver o que estava acontecendo, quando cheguei no salão da festa eu vi o seu Rafael caído.

Delegado- Então você não matou ele?

Afonso- Não!

Delegado- Ok, pode sair.

Cena 06/ Salão da festa..

Luna- Só falta a gente! Quem será o próximo?

Victor- Tomara que seja você. Eu ainda não acredito que vou ser interrogando!

Luna- Que seja você, ou ta com medo de alguma coisa?

Victor- Medo? Isso é uma piada né? As vezes fico pensando, como eu não te afoguei na piscina antes. Que chatisse.

(Corta para o delegado..)

Delegado- Dona Luna pode me acompanhar por favor?

Luna- Claro seu delegado!

(Os dois saem andando)

Victor- Boa sorte irmãzinha. ( fala enquanto ela entra na sala)

Cena 07/ sala onde está acontecendo o interrogatório…

Delegado- Dona Luna Romeno, filha de seu Rafael Romeno. Não sei se foi você mas é difícil de acreditar que uma filha tenha coragem de matar ou mandar matar o pai.

Luna- Por favor delegado não venha com suas insinuações pra cima de mim.

Delegado- Insinuação? Não foi isso que achamos na sua bolsa.

Luna- E o que vocês acharam? Uma arma?

Delegado- Não! Uma luva de silicone.

Luna- Uma luva?

Delegado- Sim, luva essa que você poderia ter usado para não deixar digitais na arma.

Luna- Desculpa delegado, essas suas insinuações tão passando do limite. Não fui eu que matei meu pai.

Delegado- Insinuações não é afirmações, vamos deixar que a investigação dará a resposta verdadeira, ta dispensada, pode sair e mandar seu irmão vim.

(Luna levanta da cadeira sem se despedir sai da sala)

Cena 08/ corta pra Victor

Victor- Já acabou? Que rápido.

Luna- Ele mandou você entrar, se prepara por que ele não está de brincadeira.

Victor- Eu já nasci preparado.( termina de falar e entra na sala)

Cena 09/ Corta pra sala onde está o delegado e Victor…

Victor- Oi seu delegado, aqui estou, sou o último. Vamos acabar rápido com isso.

Delegado- Claro que vai ser rápido! Aliás o que você estava fazendo no banheiro?

Victor- Que pergunta mas inútil.

Delegado- Pode ser inútil para o senhor. Os policiais disse que assim que você saiu do banheiro eles entraram em seguida e encontraram uma mochila e dentro dessa mochila uma arma. Essa mochila é sua?

Victor- Uma arma dentro da mochila.

Delegado- Essa mochila é sua?

Victor- A mochila é minha, agora a arma não sei como foi parar lá dentro.

Delegado- Não sabe! Será que essa não é a arma do crime?

Victor- O senhor ta dizendo que eu matei meu pai?

Delegado- Não, não estou dizendo e quem faz as perguntas aqui sou eu. Vai saber se matando o pai é uma chance a menos de ficar com a fortuna dele e depois dando um jeito na irmã, ficando assim com a fortuna toda.

Victor- O senhor ta passando do limite, eu não vou falar mais nada sem a presença do meu advogado.

Delegado- Você se acha melhor que os outros, eles não tiveram a presença de nenhum advogado e não é você que vai ter.

Victor- Se é assim eu nao vou falar mais nada e também não fico aqui.

Delegado- É assim então, pode sair lá no salão da festa eu falo com todos.

Cena 10/ corta para o salão da festa

Luna- Quem envelope é esse Afonso?

Afonso- Daqui a pouco vocês vão saber.

(Corta para Victor saindo da salário)

O delgado aparece logo em seguida…

Delegado- Todos aqui! Bom uns cooperaram outros nem tanto, agora basta saber o que está escrito na carta que Rafael deixou com Afonso. Afonso pode me dar a carta, que eu vou começar a ler.

(Afonso entrega a carta para o delegado, ele abre a carta e começa a ler…)

Delegado- Silêncio todos agora, vou começar a ler.

(O delegado desdobra a carta e começa a ler)

Delegado-( Lendo a carta)

Já tinha escrito essa carta a umas semanas atrás, parece que já estava adivinhando o que iria acontecer. Ao meus filho deixo um recado para pararem de serem ambiciosos, serem menos orgulhosos que nem tudo na vida é dinheiro. Minha fortuna vai ser dividida de acordo com seus atos… O que era pra ser uma noite de festa acabou sendo uma noite de tristeza…

(Luna interrompe…)

Luna- Estranho essa última frase, será que ele já sabia que iria morrer?

Delegado- Senhorita Luna deixe eu terminar de ler a carta?

Luna- Fica a vontade delegado!

Fim do capítulo

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